segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Assinaturas

«Telmo Correia assinou 300 despachos na madrugada da tomada de posse de Sócrates» [Público - 3.2.08]
Aix, o sr. é despachado!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

pormenores

Os milhões que receberam para sair:
Jardim Gonçalves - recebeu cerca de € 28 milhões
Teixeira Pinto - recebeu cerca de € 10 milhões
Horta e Costa - recebeu cerca de € 2,4 milhões
Miguel Cadilhe - recebeu cerca de € 1,75 milhões
[SÁBADO,31 de Janeiro].
Aix, que sim serão de ricos!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Respondendo a um pedido singular,
P’ra ficares a lembrar teu casamento,
Umas rimas trazidas pelo vento,
Vieram vosso enlace celebrar.

Que a alegria que hoje anda no ar,
Que a ventura que sentis neste momento
Sejam o augúrio, sejam o pressentimento
Da felicidade de quem muito sabe amar.

E quando, se acaso, o desânimo vier,
Seja vencido por vosso poder interno,
Porque o amor vence tudo o que quiser.

E pois que, por seu dom, o amor é terno,
Haja ternura na união Homem-Mulher,
E que a vossa união seja um amor eterno.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Aos afrancesados

Será por gula ou vaidade
Comer uma francesinha?
Seja qual for a razão
Comer muitas é que não,
Pois não há necessidade;
Há , mas é, obrigação,
Depois de comer a francesa,
Correr p’rá nossa casinha
E comer a portuguesa.
«Louvor à vida»



Gritarei louvor à vida em melodia,
Hão-de ouvir-me em sítios bem distantes;
Pararão para pensar por uns instantes
E, pensando, sentirão grande alegria.


Verão que a vida tem momentos fascinantes,
Que é sonho, invenção, é luz, é dia;
Epopeia, saga, canto, sinfonia,
Que fazem dos descrentes seus amantes.


Se no viver há mistérios insondáveis,
Deixemos que a razão seja vencida,
Libertemos fantasias saudáveis.


E se o nascer é o primeiro hino à vida,
Ecoaram no ar sons memoráveis
No dia em que nasceu a Margarida.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Sonho de Natal


Eu tive um sonho…
Sonhei
Que andava pelo Universo…
Andava a apanhar estrelas;
Eram belas, eram belas…
Eu estava deslumbrado
Por poder brincar com elas;
São todas minhas, pensei.
Sonhei que estava acordado.

Como era lindo o meu sonho
De brincar com as estrelas!
São tantas…que vou fazer delas?
Já sei:
Levá-las p’rá minha terra,
Onde ficarão, suponho,
Maravilhados ao vê-las.

Eis senão quando uma estrela,
A mais bela,
Fugiu por - disse-me ela -
Vir perder a liberdade;
Talvez dissesse a verdade
Pois, sorrindo para mim,
(Lá vai ela…)
Ao fugir dizia assim:

«Vou fazer o meu Natal
Num mundo maravilhoso
Onde é sempre nascimento;
Não há guerras, tudo é paz,
O poder não é um mal
Nem existe o odioso;
Não há dor nem sofrimento,
Violência não se faz;
Lá ninguém é invencível,
A inveja é desprezível
E injustiças nem vê-las;
Não há grandes nem pequenos,
Brancos, pretos ou morenos
Porque todos são estrelas».

(Mas que mundo fabuloso
Pensei eu cá para mim).

Não vás, estrela fagueira,
Fica comigo a sonhar,
Não queiras ser altaneira;

Mas a estrela não ficou,
E o meu sonho acabou.

Foi triste o meu acordar.

domingo, 23 de dezembro de 2007

Os portugueses são, na UE, os que menos lavam as mãos.Aix